Meus olhos vivem na esperança de te encontrar,
Minha pele na esperança de te sentir,
Meu coração na esperança de te amar...
Há que conceber uma explicação para tudo o que acontece, faça ou não sentido. Para isso, somos capazes de imaginar as explicações mais estapafúrdias que nem a nós próprios nos convencem. Aqui vou contar algumas das cenas e pensamentos mais surreais que me acontecem.
sábado, 14 de abril de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
No colo do teu avental...
domingo, 5 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Reflexões...
Hoje andava a passear pelo youtube, que se diga, sou fã… e dei com alguns filmes que falam sobre a SIDA. Para quem não sabe foi no passado dia 1 de Dezembro celebrado o dia internacional da luta contra a sida. Deixo-vos dois filmes, um para rir e outro mais sério para pensar sobre a matéria…
sábado, 29 de novembro de 2008
Youtubar...
Fim-de-semana grande, eu lá estou em casa dos pais a pastelar no sofá, só comer e dormir. E youtubar… então deixo-vos algumas das cenas mais loucas para rir e fazer esquecer o dia de mau tempo que está!!!!
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Conhecer...
Antes de começar a divagar nas filosofias e nos pensamentos abstractos que aqui vou escrever acho que devo falar um pouco de mim.
Rapaz de meia idade como diz a minha mãe; até aos trinta temos tempo, depois dos trinta um dia a menos. Já percorri km sem fim de estrada, já mudei de casa algumas vezes, mas acho que ainda não foi desta que vou aninhar de vez. Nasci no meio do campo, onde o sol é quente e a água é fria. Onde se sente o cheiro do nascer do dia e o cheiro do morrer do dia. O cheiro da noite, das cigarras, e até a lua parece ter cheiro. O cheiro que mais gosto é o da terra molhada que se faz sentir pela chuva depois de um dia de calor. Cheira a limpo, a lavado e a sensação de renascer é quase impossível de não se ter.
Gosto das cores da terra, do verde do campo e do amarelo do barro. Gosto da comida da mãe, do café da avó, do copo de vinho com o avô e do licor de ananás que a tia faz todos os anos. Gosto de passear na quinta, colher fruta e comê-la a seguir. Gosto de fazer obras com o pai, e ralhar com a irmã (direitos adquiridos pela idade).
Aprendi a viver longe de tudo isto. Aprendi a viver onde não se pede salsa ao vizinho. Aprendi a cozinhar, a passar roupa e a estar sozinho. Aprendi também a amar e a desamar. Aprendi tudo isto porque um dia decidi partir. Sempre que volto à aldeia que me viu nascer, ao chegar, abro o vidro do carro e deixo o vento entrar. Sentir de novo quem sou, de onde venho é dos momentos mais emocionantes que tenho. Pela época do Natal, época de grande valor para mim, pela minha cultura e tradição familiar; quando chego à aldeia adoro sentir o cheiro do frio, da humidade do inverno e o cheiro das lareiras que queimam troncos que estalam como canções de embalar. O cheiro é único! Faz pensar em família, carinho, amor, comida, gente, castanhas assadas…
Não pensem que não gosto do que sou hoje ou do onde vivo. Gosto da confusão da cidade, das noites da cidade, dos prédios altos também, mas sou e serei sempre filho do campo, das gentes da terra, das arvores de fruto e da ribeira que ainda tem mulheres a lavar a roupa…
Rapaz de meia idade como diz a minha mãe; até aos trinta temos tempo, depois dos trinta um dia a menos. Já percorri km sem fim de estrada, já mudei de casa algumas vezes, mas acho que ainda não foi desta que vou aninhar de vez. Nasci no meio do campo, onde o sol é quente e a água é fria. Onde se sente o cheiro do nascer do dia e o cheiro do morrer do dia. O cheiro da noite, das cigarras, e até a lua parece ter cheiro. O cheiro que mais gosto é o da terra molhada que se faz sentir pela chuva depois de um dia de calor. Cheira a limpo, a lavado e a sensação de renascer é quase impossível de não se ter.
Gosto das cores da terra, do verde do campo e do amarelo do barro. Gosto da comida da mãe, do café da avó, do copo de vinho com o avô e do licor de ananás que a tia faz todos os anos. Gosto de passear na quinta, colher fruta e comê-la a seguir. Gosto de fazer obras com o pai, e ralhar com a irmã (direitos adquiridos pela idade).
Aprendi a viver longe de tudo isto. Aprendi a viver onde não se pede salsa ao vizinho. Aprendi a cozinhar, a passar roupa e a estar sozinho. Aprendi também a amar e a desamar. Aprendi tudo isto porque um dia decidi partir. Sempre que volto à aldeia que me viu nascer, ao chegar, abro o vidro do carro e deixo o vento entrar. Sentir de novo quem sou, de onde venho é dos momentos mais emocionantes que tenho. Pela época do Natal, época de grande valor para mim, pela minha cultura e tradição familiar; quando chego à aldeia adoro sentir o cheiro do frio, da humidade do inverno e o cheiro das lareiras que queimam troncos que estalam como canções de embalar. O cheiro é único! Faz pensar em família, carinho, amor, comida, gente, castanhas assadas…
Não pensem que não gosto do que sou hoje ou do onde vivo. Gosto da confusão da cidade, das noites da cidade, dos prédios altos também, mas sou e serei sempre filho do campo, das gentes da terra, das arvores de fruto e da ribeira que ainda tem mulheres a lavar a roupa…
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